Conheça os grupos residentes do espaço


São grupos ou coletivos, que, além de compor a programação da 508 com seus trabalhos/espetáculos do repertório, vão oferecer cursos  abertos para a sociedade em geral.


Agrupação Teatral Amacaca
Iniciou sua pesquisa em 2009, por meio de uma disciplina intitulada “Técnicas Experimentais em Artes Cênicas” ofertada à comunidade pela Universidade de Brasília e ministrada pelo professor/diretor/encenador Hugo Rodas. Seu principal foco é descobrir formas de dramaturgia por meio da exploração vocal, muscular, gestual, estudo de instrumentos musicais e ritmos.


 

Instrumento de Ver
É um coletivo de artistas independentes com formação e atuação diversas, com pesquisa e produção nas relações entre as artes do circo, da dança, do teatro contemporâneo, da música, da fotografia e do vídeo. É atuante no cenário cultural de Brasília e vem desenvolvendo projetos e parcerias com representatividade local e projeção nacional.
Tem como objetivo fortalecer as artes por meio da criação e produção de projetos culturais focados na auto-sustentabilidade e que proporcionem experiências originais ao público, além de contribuir com a construção de redes de atuação colaborativas e com a difusão artística.


 

Coletivo ENTREVAZIOS
É um grupo de multi-artistas sediado na capital federal, Brasília, constituído por atrizes, atores e performers, artistas plásticos, maquiadores, cenógrafos, engenheiro e produtoras. Seus trabalhos ocupam as fronteiras entre as artes cênicas e visuais, com artistagens e intervenções que colocam o corpo em diálogo e co-criação com as poéticas da cidade. Sua perspectiva artística propõe o alargamento e ocupação dessas fronteiras artísticas, forjando novos territórios de invenção e troca de saberes.


 

Grupo de Teatro Celeiro das Antas
Fundado na primavera de 1991, o "O Grupo de Teatro Celeiro das Antas" é uma entidade de estudo, pesquisa, montagem e apresentação de peças teatrais e produção de eventos culturais. Seu objetivo é o desenvolvimento de trabalhos voltados à pesquisa e experimentação de linguagens artísticas, dando especial atenção à linguagem cômica, à arte da bobagem e do palhaço.
Desde sua fundação, o Celeiro das Antas dialoga, entre outras referências, com as tradições da cultura popular. Posteriormente, o gênero cômico ganhou destaque na trajetória do grupo. O Grupo tem participado de festivais no Brasil e no exterior.


Mulher do Mundo
O Coletivo Mulher do Mundo é um coletivo circense, formado por artistas independentes de Brasília que uniram-se em 2017 para iniciar pesquisa de criação de números a partir de temas ligados a questões femininas. Esta pesquisa culminou na criação de 8 números utilizando diferentes técnicas, como tecido, corda lisa, lira, trapézio fixo e single point, correntes e manipulação de bambolê. Os números foram apresentados em diversas ocasiões em Brasília ao longo de 2018, no formato de espetáculo. As técnicas circenses aliadas ao teatro e a dança e com temáticas fortes tiveram uma grande repercussão junto ao público que sempre reagiu emocionado e tocado. Agora o coletivo quer dar continuidade a essa pesquisa, aprofundando e elaborando aquilo que já foi trabalhado contando com um local adequado para suporte e apoio a essa realização.


Grupo Víçeras
A cia. Víçeras, realizadora do espetáculo Boca Seca, é um grupo criado dentro do Espaço Cultural Renato Russo 508 sul em 2010, a convite de Adriana Lodi, como grupo de pesquisa oriundo do processo criativo do curso teatrando montagem de 2009. Assim, em 2019, o grupo completa seus quase 10 anos de existência.  A história do grupo e de seus integrantes é profundamente marcada pelas descobertas e conhecimentos gerados e aprofundados no ECRR 508 sul, especialmente acerca dos estudos de Hans-Thies Lehmann com o teatro pós-dramático.

O espetáculo boca seca, seguindo uma tendência de criação da cia. Víçeras, desenvolvida nos últimos 8 anos, explorará em seu processo criativo a investigação acerca de uma dramaturgia visual, transversalidade de linguagens e teatro físico.